Ter 5,5 mil policiais militares dedicados exclusivamente às eleições na Paraíba significa que O esquema de segurança foi definido nesta sexta-feira (21) em reunião no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), com assinatura de acordo entre o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) e as forças de segurança, segundo o Jornal da Paraíba.

Para o eleitor paraibano, a presença desse contingente extra significa que o policiamento de rua não será desfalcado durante o pleito. Outros 11 mil militares permanecem no atendimento ordinário. A cobertura de eventos de candidatos está incluída.

Como o esquema foi montado

O planejamento começou com o levantamento de demandas de cada zona eleitoral do estado. O presidente do TRE-PB, desembargador Márcio Murilo, entregou o relatório do projeto de segurança durante a reunião. O acordo de cooperação firmado no CICC orienta a atuação policial antes, durante e depois da votação.

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Juízes eleitorais de Itabaiana, Piancó e Bayeux pediram reforço de tropas federais para o pleito. Os pedidos foram rejeitados pelo TRE-PB depois que o governo estadual garantiu que o efetivo das forças de segurança é suficiente. O secretário de Segurança, Jean Nunes, afirmou que as ações finais ainda serão apresentadas. “Estamos na fase final do planejamento, algumas ações já estão em andamento”, disse.

O que os números indicam

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Ronildo, adiantou que o plano operacional vai mobilizar mais de 5,5 mil PMs exclusivamente para o suporte às eleições. Outros 11 mil policiais militares seguem no policiamento ordinário, que inclui o atendimento a eventos de candidatos durante a campanha, que começou no último domingo (16). O primeiro turno está marcado para 4 de outubro.

O que Itabaiana, Piancó e Bayeux esperam da segurança

As três cidades que solicitaram tropas federais terão de confiar no efetivo estadual. O governo assegurou que o contingente de 5,5 mil PMs é suficiente para a tranquilidade do processo. O planejamento final, com ações detalhadas para antes, durante e após a votação, ainda será divulgado pelo secretário Jean Nunes. Até lá, o que se sabe é que o estado assumiu a responsabilidade de garantir a segurança sem apoio federal.

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