A Justiça decidiu prorrogar o afastamento do delegado Braz Morroni e de dois agentes da Polícia Civil do estado. Os três são suspeitos de envolvimento em um esquema de tráfico de drogas, segundo o portal ClickPB.

A decisão mantém os servidores longe das funções enquanto as investigações sobre corrupção em seleções públicas seguem. O caso expõe a infiltração de suspeitas de irregularidades graves dentro da própria instituição responsável por apurar crimes.

Operação da Polícia Federal

O delegado Braz Morroni e dois agentes foram presos em 2 de junho. A ação foi realizada pela Polícia Civil e pelo GAECO e cumpriu mandados na Paraíba.

O esquema investigado é acusado de movimentar cerca de R$ 10 milhões em vendas de drogas desviadas.

A pressão sobre a Polícia Civil paraibana

O afastamento prorrogado de três de seus integrantes coloca a instituição sob um novo teste de credibilidade. O esquema de tráfico de drogas não é uma suspeita externa, mas uma investigação que agora atinge quadros internos da corporação.

O desdobramento judicial sinaliza que as apurações têm base para continuar, e a permanência dos servidores afastados depende do andamento dessas provas. A corporação, que atua na segurança pública, precisa administrar o desgaste enquanto aguarda o fim do processo.