O acidente que feriu um adolescente de 17 anos na Praia de Coqueirinho, no Conde, nesta segunda-feira (27), atinge moradores e turistas que frequentam o litoral sul da Paraíba. O jovem caiu em uma área de pedras e precisou ser resgatado pelo Corpo de Bombeiros, mas o episódio não é isolado: a região tem trechos de risco que exigem atenção permanente.

Segundo o g1 PB, a vítima sofreu ferimento na cabeça, apresentava baixo nível de consciência e dores na cervical. Ele foi levado ao Hospital de Trauma de João Pessoa, onde permanece em observação com quadro estável. Para quem frequenta Coqueirinho, o caso reacende a pergunta: o que está sendo feito para evitar novos acidentes?

Canais para reportar riscos e sugerir melhorias

A Prefeitura do Conde mantém a Secretaria de Turismo e Meio Ambiente como canal para sugestões e reclamações sobre infraestrutura e segurança das praias. Já o Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba atende emergências pelo 193 e também oferece orientações sobre segurança em praias. O órgão pode ser acionado para relatar pontos perigosos.

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O Ministério Público da Paraíba recebe denúncias sobre falta de segurança em espaços públicos por meio de sua ouvidoria. Qualquer cidadão pode formalizar uma queixa para cobrar ações dos órgãos competentes.

Conforme o Planalto, a Lei Federal nº 12.608/2012 institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil e determina que os municípios elaborem planos de contingência para desastres. Isso inclui áreas de risco natural como praias. A Prefeitura do Conde tem obrigação legal de mapear trechos perigosos e adotar medidas preventivas, como sinalização e alertas.

Não há informação disponível sobre grupos organizados de moradores que atuem especificamente na fiscalização da segurança da Praia de Coqueirinho. Os canais oficiais estão abertos para a comunidade participar.

O que ainda falta decidir no Conde

O acidente desta segunda-feira (27) coloca a Prefeitura do Conde diante de uma decisão prática: investir em sinalização, campanhas de orientação e planos de contingência em Coqueirinho. Cabe à gestão municipal mostrar que o episódio não será esquecido. A comunidade, pelos canais disponíveis, pode cobrar essa resposta.

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