Um dos principais líderes da facção criminosa Nova Okaida morreu nesta terça-feira (30) ao reagir ao cumprimento de um mandado de prisão preventiva durante a Operação Aestiva, coordenada pela Polícia Civil da Paraíba com apoio da Polícia Civil de Pernambuco.

O suspeito, identificado pelo apelido de Lourinho, foi localizado no município de Palmares (PE). A operação foi deflagrada pelas delegacias de Repressão ao Crime Organizado (DRACO) e de Repressão a Entorpecentes (DRE) da Paraíba, com apoio do GOE, da UNINTELPOL e da Polícia Civil pernambucana, segundo informações divulgadas pela imprensa. O caso importa porque mostra o alcance da Nova Okaida no interior da Paraíba e a integração das forças de segurança.

Lourinho, de 42 anos, era considerado uma das principais lideranças da facção, com atuação em Campina Grande e no Curimataú paraibano. Ele era investigado por triplo homicídio, tráfico de drogas, uso de documento falso, ataques a instituições financeiras e liderança de organização criminosa. O histórico criminal inclui ainda resgates em presídios do Rio Grande do Norte e de Pernambuco.

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Na abordagem, ele reagiu. Os policiais usaram força considerada proporcional. Socorrido, não resistiu e morreu. A Operação Aestiva também cumpriu mandados de busca e apreensão na Paraíba, em Pernambuco e em Alagoas, com apreensão de armas e munições.

O avanço contra a Nova Okaida no Curimataú e Campina Grande

A morte de um líder como Lourinho pode desarticular parte da logística da facção na região, mas também pode gerar disputas internas por poder. A Operação Aestiva reforça o trabalho conjunto entre as polícias, algo que tende a ser ampliado. Fica a expectativa sobre os próximos alvos e a reação do grupo criminoso.

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