Alunos da rede municipal de Santa Rita, na Grande João Pessoa, estão participando de atividades de educação ambiental promovidas pelo projeto Asa Verde, idealizado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB). A iniciativa já atende escolas da cidade com oficinas, palestras, hortas pedagógicas e plantio de árvores, segundo o Jornal da Paraíba.
As ações são conduzidas por estagiários do curso Técnico Integrado ao Ensino Médio em Meio Ambiente do IFPB, campus Santa Rita, e contam com parceria da Prefeitura. A promotora Miriam Vasconcelos, do MPPB, afirmou que as crianças já compreendem a importância da coleta de lixo e da reciclagem. A estudante Tassila Sophia, de 10 anos, disse que o projeto ajuda a formar uma consciência que será passada para as próximas gerações.
As escolas de Santa Rita se tornam pontos de multiplicação de práticas sustentáveis. Além das atividades nas salas de aula, os alunos levam o conhecimento para casa. O projeto já inclui a criação de murais ecológicos e gincanas ambientais.
Canais para participar ou sugerir o projeto em outros municípios
O MPPB é o órgão idealizador do Asa Verde. Para cobrar a implantação de iniciativa semelhante em outras cidades da Paraíba, o cidadão pode acionar a Promotoria de Meio Ambiente da sua região. Não há, até o momento, um canal online específico divulgado para adesão de novos municípios. O contato geral com o MPPB pode ser feito pelo telefone (83) 2107,6000 (João Pessoa) ou pelo e-mail disponível no site do Ministério Público. A Prefeitura de Santa Rita também pode ser consultada sobre a replicação do modelo, já que é parceira na execução.
O que está em jogo para a comunidade de Santa Rita
A continuidade do projeto Asa Verde depende do engajamento da comunidade escolar e da manutenção da parceria entre MPPB, IFPB e Prefeitura. As atividades são realizadas por estagiários, o que vincula a iniciativa ao calendário acadêmico do IFPB. A decisão sobre expandir para mais escolas ou para outros municípios cabe ao MPPB e às prefeituras interessadas. O projeto mostra que a educação ambiental pode sair da sala de aula e virar prática de bairro.




